tchau, brasília

Julho 17, 2009

adeus limpeza, adeus almoço e jantar diários, adeus internet que baixa a 800, adeus conforto, adeus tv grande, adeus telecines, adeus mãe, adeus pai… ai meudeusdocéu, eu detesto despedidas assim.

só não digo adeus fieldy porque as circunstâncias não permitem. meu cachorro vai ficar bem. eu tenho certeza disso. vamos fazer o possível. contactar qualquer e todo oncologista do mundo, se for o caso. e se for o caso, deixar ele ir, antes que sofra. não quero ser egoísta, mas só a idéia de sacrificar é foda.

Julho 7, 2009

vem deitar comigo, me enxer de beijo e me fazer feliz?

casablanca

Julho 3, 2009

sam pulls an envelope from his pocket. rick grabs it, open it, and stares down at the letter

Richard,
i cannot go with you ot ever see you again. you must not ask why. just believe that i love you. go, my darling, and god bless you.
Ilsa.

Julho 2, 2009

irmã,
tô com saudade de você, garota. do que fazíamos juntas e da forma que você me contava o que fez, sem mim. morria de ciúme, obviamente. acho que fui me tornando possessiva aos poucos. contigo era bastante. e você comigo também aheahu
anyway, hoje é uma quarta feira e eu tô morrendo de vontade de te encontrar no meu quarto, com o cabelo amarrado, de shortinho curto e blusa decotada, falando pra gente ir logo fazer o macarrão com molho branco. tô com saudade de coisas que nunca aconteceram, tipo a gente com uma garrafa de tequila e váris confissões. (ok, muito grey’s anatomy).
senti que, contigo, eu era finalmente uma daniela. não a namorada de alguém, ou a irmã de outro. só a daniela. e que isso era o bastante pra você gostar de mim, confiar em mim e até me admirar.
nos faltou tempo pra colocar dezoito anos das nossas vidas em dia. saber de cada detalhezinho seu, cada mágoa, cada beijo e cada caso de uma noite só.
mas isso é o tipo de coisas que eu sei que ainda vai acontecer. que aquelas tardes que a gente apagava no sofazinho azul jogado no chão e acordávamos juntas e você me enxia de mordidas ainda vão se repetir. independente de quanto tempo leve pra gente se ver de novo, eu sei que no minuto que isso acontecer, a gente vai se entender completamente. porque é isso que acontece com grandes e verdadeiras amizades. nenhum tempo é capaz de apagar ou sequer diminui-las. o que a gente tem, minha irmã, é algo raro. e não troco por nada.
tô morrendo de vontade de te ver, de te ouvir e te desabafar contigo coisas que só você entenderia e saberia o que dizer. ou ao menos, só o teu abraço me faria sentir menos mal.
as vezes me pego fazendo a lista das coisas que preciso te contar, mas são tantas que me perco. e sei que quando a gente tiver se entupindo de esfihas numa madrugada dessas, elas viram à tona, sem ao menos me esforçar. porque qualquer coisa que acontece comigo, é automático registrar na pasta “preciso contar pra minha irmã”.

aprendi muito contigo. eu te amo demais, te admiro demais e tô morrendo de saudades,

dani