dessa vez não muda

Maio 14, 2009

e aí que o amor acaba.
no começo tudo parece bacana, tudo é “fofo”. a maneira que ele fala, que ele explica as coisas pra você. no começo ele é gentil, depois vira escroto. no início da coisa até o caminhar dele é engraçado. depois, irritante. cê, no começo, repara com um quê de “ohn” que ele sempre usa as mesmas roupas, depois você se pergunta porque ele não compra outra roupa além daquela.
realmente, o convívio de alguns meses matou todo tipo de admiração que eu tinha.

perguntas

Maio 7, 2009

1. porque eu moro em frente a uma delegacia?

2. porque sempre tem um carro de funerária parado em frente a delegacia?

3. pessoas morrem em delegacia?

4. porque eu olhei dentro do carro e vi um caixão?

5. quem diabos deixa um carro de funerária todo aberto com um caixão dentro abandonado?

eu não tenho mesa.
não tenho. simples assim. sabe? mesa pra sentar, escrever, colocar livros do lado, um copo na frente e umas canetas numa caneca no cantinho? pois é, não tenho. tô há três meses sem ter e já tô até esquecendo porque diabos é tão essencial assim.
tá, eu sinto falta de estudar sentada, (porque deitada eu sempre acabo dormindo).
mas não me entenda mal, eu quero ter uma mesa. acho que é necessário pruma universitária (oh deus, nao consigo parar de me chamar assim ahahhaha) ter um local pra poder se concentrar e tal. mas de boa, aqui não dá. não tem espaço nesse quarto pra mais nada. fora que eu tô sem grana. incrível como um sushi, uma pizza, um cinema ou vários moccacinos durante a semana fazem com que sua noção de necessidade mude.
eu não preciso de uma mesa. é super legal usar a mesinha do abajour pra equilibrar o laptop (quebrado, btw) e usar o teclado em cima do maior livro que você tinha no teu colo. suas costas nem doem, afinal, a cama é o melhor lugar pra digitar.

enfim, pra dor tome um pontin e meio, ou um dorflex e cabô. pelo menos eu tô assim há três meses e tá de boa.
tô com sono, não sei nem mais o que tô escrevendo. aliás, o que eu tava falando?
um beijo.