autumn

Novembro 9, 2009

SUMMER
One day I’m reading a book at the
corner deli and this guy sits down
and starts asking about it. Now
he’s my husband!

TOM
This is funny to you?

SUMMER
What would have happened if I went
to the movies instead? If I went
somewhere else for lunch? If I
showed up to eat ten minutes later?
Tom, it was meant to be, just like
you said. And as it was happening,
I knew it. I could feel it, sure as
the sun. And I kept thinking to
myself “Holy shit. Tom was right.”
You were right about all of it.

Novembro 6, 2009

31EXT. RESIDENTIAL SCHENECTADY STREET – SPRING 2006 – DAY 31

Caden and Olive walk along. Caden holds a tax envelope. His
face has pustules on it. The gaunt man follows.

OLIVE
What’s wrong with your face, Daddy?

CADEN
It’s pustules. It’s called
sycosis. Spelled differently than
psychosis, but it sounds the same.

OLIVE
I don’t know what that means.

CADEN
Well, there’s two different kinds
of psychosis. They’re spelled
differently. P-s-y is like if
you’re crazy and s-y is like these
things on my face.

OLIVE
You could have both though.

CADEN
I could. But I don’t.

OLIVE
Okay, pretend we’re fairies. I’m a
girl fairy and my name is …
La-ru…lee. And you’re a boy
fairy and your name is Teeteree.

CADEN
Ok.

OLIVE
What’s my name again?

CADEN
La-ru-lee.

(CONTINUED)

SYN, NY – GOLDENROD REVISIONS – JULY 30, 2007 28.

31CONTINUED:31

OLIVE
No. I said … La-ru-la…ay.

32INT. SCHENECTADY POST OFFICE – SPRING 2006 – CONTINUOUS 32

Caden and Olive are at the back of the long line of people.

OLIVE
Pretend we fight each other. And I
say stop hitting me or I’ll die.
And you say okay, but you’re
fibbing. And you hit me again.

CADEN
Okay.

OLIVE
Okay. Let’s go. Hit me.
They pretend to hit each other. Olive makes hissing and
roaring noises. She stops.

OLIVE (CONT’D)
Okay. You have to stop hitting me
now or I will die.

CADEN
Okay.
He stops.

OLIVE
No! Pretend you’re fibbing!
Remember?
He mock hits her again. She falls.

OLIVE (CONT’D)
Now I have to die.

(BEAT)
Pretend you say you don’t want me
to die.

CADEN
I don’t want you to die.

OLIVE
(compassionate whisper)
But I have to.

CADEN
But I’ll miss you.

(CONTINUED)

SYN, NY – GOLDENROD REVISIONS – JULY 30, 200729.

32 CONTINUED: 32

OLIVE
I have to. And you’ll have to wait
a million years to see me again.
Caden tears up at this and tries to conceal it.

OLIVE (CONT’D)
And I’ll be put in a box. And all
I’ll need is a tiny glass of water.
And lots of — tiny pieces of
pizza. And the box will have
wings, like an airplane.

CADEN
Where will it take you?

OLIVE

(THINKS)
Home.

Outubro 28, 2009

hoje eu vou reclamar. mas é tão certo que eu quero e que preciso reclamar, que nem desesti quando tive que procurar a senha dessa conta porque já tinha expirado.
todo mundo sempre me falou que morar sozinha é complicado, que é solitário demais, triste, depre, muitas tarefas e até perigoso. beleza, fui inventar de morar num pensionato.
o primeiro não deu certo. sujeira, cabelos no ralo, escorpiões, solidão e falta de pivacidade foram os principais motivos pra sair do inferno. aí vim morar numa casa, dividir com uma garota e o irmão dela. achei bem tranquilo, a cozinha era limpa e eu podia, finalmente, cozinhar quando tivesse vontade sem ter que enfrentar nojo, baratas e morcegos.
tudo tranquilo, só três pessoas numa casa, todas civilizadas – acreditava eu – e eu finalmente fui ficando tranquila.
eis que as coisas começam a mudar.
comem minhas coisas, usam minhas coisas e são folgadas.
juro que não sou uma pessoa de dificil convivência, mas puta que pariu, se a droga da pizza não é tua, tu não pediu, tu não pagou, tu não sabia que merda de sabor era, PRA QUE QUE VAI COMER.

é simples. se não é teu, não encosta. simples. rápido. vou começar a grudar isso nas minhas comidas e shampoos.
mas não, não é tão simples assim. diz a lei da convivência (não sei quem inventou) que se não é teu, pede que você consegue.
na boa, isso é mendigar comida e isso me irrita de uma maneira absurda.
se eu tiver afim, eu ofereço. se não, faça um miojo. FIM.

não tem coisa que mais me deixa puta do que discutir por causa de comida. parece ridiculo, mas experimentar chegar em casa depois de uma puta chuva, enxaqueca, toda molhada, cheia de problemas, esperando chegar e comer aquela pizza de ontem e uma coca sem gás e puff, não tem mais. comeram a sua pizza com a sua coca. porque, afinal, “você não come comida requentada, né dani? “

AAAAAAAAAAAAAAAAARGHT.

Setembro 8, 2009

daniela r. sendo ridiculamente idiota desde 1990.
:)

elevator love letter

Agosto 21, 2009

me lembro muito bem. era véspera do meu primeiro vestibular, e eu tinha quinze anos. era madrugada, eu comecei a surtar porque começou a cair a ficha que era um VESTIBULAR (e era moda surtar com isso.) fui acordar minha mãe chorando e ela, meio brava por ter sido acordada as três da manhã, só disse “daniela, você tá fazendo vestibular pra treineira. e você tem quinze anos. vai dormir.” em meio ao meu desespero, eis que me mandam no msn uma música chamada “your ex-lover is dead”. achei “ui” demais o titulo e fui ouvir. aí no comecinho vem a voz de um velho falando, meio assustador. fui na janela do cara que tinha me mandando e comecei a reclamar “que diabo é isso” e ele “só escuta.” beleza. quatro minutos e dezesseis segundos depois eu tava completamente apaixonada. sério, queria tatuar stars porque era bom demais.
e aí que hoje, quatro anos depois, eu remexi em fotos antigas e me lembrei daquela época dos meus quinze anos, que eu era uma fotologger feliz que tirava fotos o dia inteiro ouvindo stars. me deu uma saudade absurda. e aqui estou eu ouvindo stars.

btw, o nome do blog é dessa música aí. nem gosto né? que besta, eu :)

tchau, brasília

Julho 17, 2009

adeus limpeza, adeus almoço e jantar diários, adeus internet que baixa a 800, adeus conforto, adeus tv grande, adeus telecines, adeus mãe, adeus pai… ai meudeusdocéu, eu detesto despedidas assim.

só não digo adeus fieldy porque as circunstâncias não permitem. meu cachorro vai ficar bem. eu tenho certeza disso. vamos fazer o possível. contactar qualquer e todo oncologista do mundo, se for o caso. e se for o caso, deixar ele ir, antes que sofra. não quero ser egoísta, mas só a idéia de sacrificar é foda.

Próximo post

Julho 7, 2009

vem deitar comigo, me enxer de beijo e me fazer feliz?

casablanca

Julho 3, 2009

sam pulls an envelope from his pocket. rick grabs it, open it, and stares down at the letter

Richard,
i cannot go with you ot ever see you again. you must not ask why. just believe that i love you. go, my darling, and god bless you.
Ilsa.

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Julho 2, 2009

irmã,
tô com saudade de você, garota. do que fazíamos juntas e da forma que você me contava o que fez, sem mim. morria de ciúme, obviamente. acho que fui me tornando possessiva aos poucos. contigo era bastante. e você comigo também aheahu
anyway, hoje é uma quarta feira e eu tô morrendo de vontade de te encontrar no meu quarto, com o cabelo amarrado, de shortinho curto e blusa decotada, falando pra gente ir logo fazer o macarrão com molho branco. tô com saudade de coisas que nunca aconteceram, tipo a gente com uma garrafa de tequila e váris confissões. (ok, muito grey’s anatomy).
senti que, contigo, eu era finalmente uma daniela. não a namorada de alguém, ou a irmã de outro. só a daniela. e que isso era o bastante pra você gostar de mim, confiar em mim e até me admirar.
nos faltou tempo pra colocar dezoito anos das nossas vidas em dia. saber de cada detalhezinho seu, cada mágoa, cada beijo e cada caso de uma noite só.
mas isso é o tipo de coisas que eu sei que ainda vai acontecer. que aquelas tardes que a gente apagava no sofazinho azul jogado no chão e acordávamos juntas e você me enxia de mordidas ainda vão se repetir. independente de quanto tempo leve pra gente se ver de novo, eu sei que no minuto que isso acontecer, a gente vai se entender completamente. porque é isso que acontece com grandes e verdadeiras amizades. nenhum tempo é capaz de apagar ou sequer diminui-las. o que a gente tem, minha irmã, é algo raro. e não troco por nada.
tô morrendo de vontade de te ver, de te ouvir e te desabafar contigo coisas que só você entenderia e saberia o que dizer. ou ao menos, só o teu abraço me faria sentir menos mal.
as vezes me pego fazendo a lista das coisas que preciso te contar, mas são tantas que me perco. e sei que quando a gente tiver se entupindo de esfihas numa madrugada dessas, elas viram à tona, sem ao menos me esforçar. porque qualquer coisa que acontece comigo, é automático registrar na pasta “preciso contar pra minha irmã”.

aprendi muito contigo. eu te amo demais, te admiro demais e tô morrendo de saudades,

dani

Junho 28, 2009

eu adoro meu quarto, eu adoro minha bagunça, eu adoro minhas lembranças aqui e eu adoro minhas coisas.

quarto

dexter

oincauau

baguncinha

carol

um certo amor